Ao avaliar acirramento interno, vice de Duque revela que Márcia foi orientada a não usar adesivos


O vice-prefeito de Luciano Duque (PT), em Serra Talhada, Márcio Oliveira do PSD tem sido cauteloso quando é provocado a avaliar a postura de, Márcia Conrado e Faeca Melo que já estão com o bloco na rua visando à sucessão em 2020, quando termina o segundo mandato de prefeito de Duque (PT).

Para Márcio, os movimentos antecipados dos auxiliares de Duque (PT) são positivos; fez um alerta e revelou que Marcia e seus mais animados entusiastas teriam sido orientados, a não usar mais os adesivos e manter uma agenda com perfil de pré-campanha eleitoral.

“Eu avalio positivamente o nome dos dois. Eu acho que, de certa forma, quem tem pretensão de ser candidato a prefeito tem que mostrar serviço. Temos um grupo muito grande, e é natural que apareça muitos nomes...agora não podemos perder o foco que é ter um grupo unido, forte e uma gestão bem avaliada. Eu tenho uma admiração especial por Márcia que vem fazendo um bom trabalho na Secretaria de Saúde e Faeca é um político que também sua experiência”, pontuou Márcio ao falar com Giovani Sá e continuou:

“Agora esta questão do adesivo foi um pouco precipitado. Agora eu acho que ela já [Márcia] contornou essa situação; de certa forma conseguiu controlar estas pessoas que estavam fazendo isso. Eu acho que isso já foi controlado e que Luciano vai chamar estas pessoas”, revelou.  

O vice-prefeito de Serra Talhada acabou alterando o tom quando foi questionado se o seu pai (Sr. Netinho), estaria interferindo e, que papel teria no processo eleitoral de 2020.

“Hoje quem tem mandato sou eu! Eu escuto todo mundo, mas a decisão do caminho a seguir em relação a meu grupo é minha. Quando eu fiz a migração do grupo de Sebastião para o grupo de Luciano Duque foi uma decisão minha”, sustentou.