• Multa da Repatriação não implica em aumento do repasse para o Legislativo, explica CNM

    Um direcionamento na inserção de dados da prestação de contas. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa aos gestores que publicou a Nota Técnica 32/2016. O documento conta com orientações sobre os procedimentos contábeis e o tratamento a ser dado aos repasse dos valores da multa da repatriação, previstos na Lei 13.524/2016.

    A legislação trata do Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (Rerct) de recursos, bens ou direitos de origem lícita, não declarados ou declarados incorretamente, que foram remetidos, mantidos no exterior ou repatriados por residentes ou domiciliados no País. O recurso da repatriação foi creditado na conta dos Municípios no dia 30 de dezembro e fez parte do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

    Depois disso, muitas dúvidas surgiram referentes ao duodécimo da Câmara de Vereadores. Por esses motivos, a CNM atualizou a nota para esclarecer que o fato do recebimento da receita a título do valor da Multa da Repatriação não implica, necessariamente, em aumento do repasse para o Legislativo.

  • FNDE repassou para as prefeituras R$ 3,4 bilhões em 2016

    A assessoria do ministro Mendonça Filho (Educação) informou nesta terça-feira (3) que ao longo de 2016 o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu para as prefeituras R$ 3,4 bilhões.

    O dinheiro se destinou a compra de alimentos para escolas públicas, filantrópicas e comunitárias. Dos valores repassados, 30% deveriam ser destinados à compra de produtos da agricultura familiar.

    Os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar são liberados em 10 parcelas para cobrir os 200 dias do ano letivo da educação básica que compreende a educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos.

    O valor repassado pela União a estados e municípios é baseado no censo escolar do ano anterior. As secretarias de educação recebem os recursos e compram os produtos para atender aos alunos.

  • Com aumento do PIB, ST aparece em 8º lugar no ranking estadual, na participação no Estado

    De acordo com os dados do Condepe/Fidem, o único município do Pajeú na lista é Serra Talhada. A cidade está em 8º lugar no ranking estadual, com ligeiro aumento do PIB de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,2 bilhão.  Na participação no Estado, se manteve estável, com  0,8%. A cidade se destaca no setor de Serviços (86,6%). Como principais atividades,  administração pública, comércio, atividades imobiliárias, atividades profissionais e construção civil.

    Ranking geral: No ranking geral, Recife está na primeira colocação, com PIB de R$ 50,7 bilhões e participação de 32,7%, seguida de Jaboatão dos Guararapes (8,5%) e Cabo de Santo Agostinho (5,5%). Fora da Região Metropolitana do Recife (RMR), além de Caruaru, os municípios com maiores índices de participação no PIB estadual são: Petrolina (3,4%) e Vitória de Santo Antão (1,9%).

    A informação foi divulgada nesta terça-feira (3) pela Agência  Estadual de Planejamento e Pesquisas estadual (Condepe/Fidem).

  • Estudo aponta que 48% dos novos gestores do Brasil assumiram prefeitura no vermelho

    Em entrevista ao Fantástico deste domingo, 1º de janeiro, o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, falou sobre a situação de falta de recursos em caixa que atinge as prefeituras brasileiras. “Os resultados do primeiro semestre de 2016 apontam que 48% das Prefeituras no Brasil estão no vermelho, ou seja, estão gastando mais do que arrecadam. Na nossa intuição e avaliação, isso deve ter aumentado mais no segundo semestre”, alertou.

    O levantamento da entidade mostra que 47,3% dos gestores que responderam ao estudo acabaram deixando restos a pagar para quem assume agora. Além disso, 676 prefeituras, quase 15%, não conseguiram pagar o salário dos funcionários no mês de dezembro. E 51% dos prefeitos destacaram que estão devendo fornecedores, com atrasos que chegam a oito  meses.

    Diante disso, os novos gestores já tomam posse sob aperto e com preocupações financeiras imediatas. A reportagem ressalta que um dos principais motivos para esse cenário é a recessão, que provocou uma grande queda na arrecadação de impostos, além da falta de envio de recursos previstos por parte do governo federal aos Municípios.

    O jornal Correio Braziliense apontou a situação enfrentada pelos novos gestores e lembrou que, no início de 2016, a expectativa dos prefeitos era de que o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) tivesse uma arrecadação de aproximadamente R$ 99 bilhões, mas fechou o ano com pouco mais de R$ 80 bi.

     

    Intitulado Os novos prefeitos e os cofres vazios, o Zero Hora publicou um editorial que destaca os dados da CNM e aponta que “dezenas de Prefeituras estão em situação de calamidade financeira. Em consequência, os novos gestores já tomam posse sob aperto e com preocupações imediatas, que vão exigir sacrifícios tanto dos administradores municipais quanto dos legisladores”.

  • Pernambuco perde em novembro 3.232 postos de trabalho

    Dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do mês de novembro indicam que Pernambuco perdeu 3.232 postos de trabalho no mês de novembro, o que aumentou ainda mais o total de desempregados no Estado.

    Foram contrataram no período, com carteira assinada, 29.744 trabalhadores e dispensados 32.976, com um saldo negativo de 3.232 (redução de 0,25% em relação ao mês de outubro).

    O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB), a exemplo do presidente Michel Temer, acha que em 2017 o Brasil derrotará a crise e que os empregos voltarão aos poucos.

    “Temos certeza de que em 2017 os números serão melhores, para que os trabalhadores possam ter ocupação e renda, garantir o sustento de suas famílias e o crescimento do país”, disse o ministro petebista.

    O comércio, com um saldo positivo de 2.851 vagas, e a indústria, com 373, foram os setores que mais geraram empregos formais no mês de novembro.

    Já a agropecuária, com um saldo negativo de 2.749 empregos formais no mês, seguido da construção civil com redução de 2.386 vagas, foram os destaques negativos.

    Dos 64 municípios pernambucanos com mais de 30 mil habitantes, 31 tiveram saldo positivo na geração de empregos, com destaque para Ipojuca (337 vagas). Já Petrolina foi a cidade que mais desempregou: 2.526.

    No Brasil, de todos os setores de atividade econômica, apenas o comércio teve desempenho positivo em novembro, seguindo a tendência já registrada no mês de outubro.

    Houve um acréscimo de 58.961 vagas, o que representa um aumento de 0,66%. A alta foi puxada principalmente pelo ramo varejista, que abriu 57.528 postos de trabalho.

    A maioria dos empregos foi criada nos ramos de vestuário e acessórios, seguidos pelos de supermercados, comércio de calçados e artigos para viagens.

    Entre os setores com resultado negativo, destacaram-se a indústria de transformação (-51.859 postos de trabalho), construção civil (-50.891), serviços (-37.959) e agricultura (-26.097).

    Na indústria, a queda ocorreu principalmente nos ramos de produtos farmacêuticos (-12.211), alimentícios (-8.442), têxteis (-6.472) e de calçados (-4.033). Já a agricultura foi influenciada por fatores sazonais, com destaque para o setor de cultivo de cana-de-açúcar, em São Paulo, que, sozinho, fechou 4.478 postos de trabalho.

    Fonte: Inaldo Sampaio

  • Novo salário mínimo de R$ 937 entra em vigor no dia 1º de janeiro

    O governo federal anunciou o reajuste do salário mínimo de R$ 880 para R$ 937 em 2017. O novo valor passa a vigorar no dia 1º de janeiro de 2017. O presidente Michel Temer assinou um decreto nesta quinta-feira (29) prevendo o reajuste. A medida deve ser publicada no Diário Oficial da União de amanhã (30) ou da próxima segunda-feira (2).

    Em nota divulgada no início da noite de hoje (29), o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão informa que  o reajuste significa um aumento de R$ 38,6 bilhões da massa salarial em 2017. Esse valor representa 0,62% do Produto Interno Bruto (PIB) e, segundo o governo, terá “efeitos positivos na retomada do consumo e do crescimento econômico ao longo do ano”.

    No dia 15 de dezembro, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento Geral da União para 2017 estabelecendo o novo salário mínimo no valor R$ 945,80. No anúncio oficial do valor, mais baixo, o governo explicou o motivo da alteração. A justificativa está no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado para calcular o reajuste do mínimo e que foi menor do que o previsto inicialmente.

    “A estimativa para o INPC em 2016 é de 6,74% calculada pelo Ministério da Fazenda, menor do que a previsão de 7,5% realizada em outubro quando do envio da Lei Orçamentária Anual de 2017 […]. No acumulado do ano, até novembro, o INPC está em 6,43%. Em virtude da inflação menor em 2016, o reajuste será menor do que o previsto na LOA [Lei Orçamentária Anual]. Trata-se, portanto, de aplicação estrita da legislação”.

  • Desemprego recorde atinge 12 milhões de brasileiros, diz IBGE

    A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,9% no trimestre encerrado novembro – o que equivale a 12,1 milhões de brasileiros desempregados. Essa taxa é a mais elevada desde o início de toda a série histórica, que teve início em 2012.

    Segundo dados da Pesquisa Nacional por amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas desocupadas nesse período, de setembro a novembro, chegou a 12,1 milhões de pessoas, o maior contingente da série histórica – um aumento de 33,1% na comparação com o mesmo período de 2015. No trimestre anterior, a taxa era de 11,8%. Nos meses de setembro, outubro e novembro do ano passado, o índice havia ficado em 9%.

  • Municípios querem a sanção do projeto que promove a reforma do ISS ainda em 2016

    A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa aos gestores que tem realizado diversas ações para que o presidente Michel Temer sancione o projeto do Imposto Sobre Serviço (ISS) ainda em 2016. Os prefeitos estão sendo orientados para que entrem em contato com os parlamentares de suas respectivas bancadas estaduais e pressionem o presidente a sancionar a matéria.

    O pedido do movimento municipalista também é para que não haja vetos aos dispositivos que mudam o local de recolhimento do ISS nos casos de serviços de administração de cartões de crédito, leasing e planos de saúde. Na visão da CNM, a mudança da destinação da arrecadação do ISS dessas atividades para o domicílio do tomador do serviço é uma das mais importantes alterações do projeto.

    O projeto se baseia na tendência observada nos sistemas tributários mundo afora de que o imposto sobre circulação seja devido no destino (onde se localiza o usuário final daquela operação) e não na origem (onde se localiza o fornecedor do bem ou serviço daquela operação).

    Com isso, percebe-se que essa forma é a mais provável para que seja feita a justiça fiscal.  A alteração do local da cobrança do ISS do Município dos prestadores de serviços (sede da administradora de cartões, da arrendadora mercantil ou da administradora de planos de saúde) para o dos tomadores desses serviços adota essa linha de pensamento.

  • Governo antecipa repasse de recursos da repatriação a municípios

    O Ministério da Fazenda vai emitir nesta quinta-feira (29) as ordens de pagamento aos municípios referentes aos recursos do programa de repatriação. A medida visa garantir que as prefeituras recebam o repasse ainda em 2016, na sexta-feira (30). Serão depositados R$ 4,449 bilhões para 5,6 mil municípios.

    A repartição de multas da repatriação re recursos do exterior está definida na Lei de Responsabilidade Fiscal e segue os princípios dos fundos de participação de estados e municípios. De acordo com a assessoria de imprensa da Fazenda, a parte devida aos estados foi paga no último dia 20.

    O repasse para os municípios, considerado mais trabalhoso pela quantidade de receptores, já estava previsto para ser feito no dia 30 de dezembro. No entanto, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) temia que, devido ao fato de o sistema bancário considerar dia 30 o último dia do ano para operações financeiras, os recursos só entrassem nos cofres dos municípios em 2017.

    Para garantir o cumprimento do prazo, a FNP e o Partido Socialista Brasileiro (PSB) ingressaram no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação direta de inconstitucionalidade com pedido de liminar questionando um artigo da medida provisória da partilha da multa da repatriação com os municípios que possibilitaria o repasse apenas em 1º de janeiro de 2017.

  • Ao garantir injeção ecônomica de R$ 2,2 milhões com o 13º, Duque destaca planejamento e compromisso

    A prefeitura de Serra Talhada pagou nesta terça-feira (20) a segunda parcela do 13º salário dos servidores municipais: efetivos, comissionados e inativos. 

    Exatos R$ 2,2 milhões foram creditados nesta terça-feira (20), aquecendo a economia da cidade na semana que antecede os festejos natalinos.

    A Secretária de Finanças Cibelli Alves frisa que, “parte dessa segunda parcela de efetivos foram pagos semana passada dia (15) e hoje todo o restante”. A auxiliar do prefeito Luciano Duque, ainda lembrou que 50% do abono natalino já foi adiantado ao servidor do decorrer do ano, no mês de seu aniversário.

    Já o gestor do município, Luciano Duque destacou que ao longo dos quatros anos de sua gestão, o pagamento do 13º salário vem se mantendo em dias.

    “Com planejamento rigoroso, responsabilidade e compromisso temos conseguido honrar esse compromisso e manter em dia o pagamento. Com isso estamos irrigando a economia local fazendo com o que a gente possa cumprir com as nossas obrigações constitucionais”, destacou.

    Os vencimentos dos servidores já estão disponíveis nas contas nesta quarta-feira (21).

  • Reajuste do salário mínimo impactará prefeituras em R$ 2,5 bilhões, calcula CNM

    O Congresso Nacional aprovou na quinta-feira, 15 de dezembro, a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2017. O texto prevê um aumento de 7,5% do salário mínimo, que passará de R$ 880 para R$ 945,80 no ano que vem. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) avalia que esse reajuste causará um impacto de R$ 2,5 bilhões no pagamento das folhas municipais.

    Em um momento onde os Municípios já estão combalidos com a queda significativa de recursos, qualquer correção pode afetar seriamente as finanças públicas locais. No Brasil, o salário mínimo é utilizado como piso salarial tanto para os empregos formais, onde estão inclusos os funcionários públicos e os trabalhadores com carteira assinada, como também para aposentadorias e outros benefícios sociais, explica a CNM.

    Porém, esse não é o único motivo de preocupação. A entidade ressalta que os Municípios brasileiros abrigam mais de três milhões de funcionários com remuneração vinculada ao salário mínimo. As cidades de pequeno porte são as mais afetadas, pois abrigam diversos funcionários cuja remuneração é de até 1,5 salário mínimo. Isso faz com que suas despesas com pessoal aumentem progressivamente ao longo dos anos.

    O maior problema dessa política, aponta a Confederação, é que ela não menciona uma fonte de custeio para o gasto extra das prefeituras com o reajuste do salário mínimo e também não permite nenhuma intervenção do poder público local.

    Metodologia

    Para a realização do levantamento, a entidade utilizou a base de dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que reúne diversas informações trabalhistas a nível nacional. Foram considerados para a base final do estudo funcionários públicos municipais de diferentes poderes que trabalham em qualquer ocupação com carga de trabalho semanal superior a 20 horas semanais. Além disso, permaneceram aqueles que ganham mais que R$ 308,18 e menos que R$ 33.763,00.

    Na mensuração do impacto de reajuste, a entidade considerou encargos como férias, 13.º salário e outros incidentes no salário base. A CNM destaca ainda, que o banco de dados envolve apenas os funcionários públicos municipais ativos, excluindo, portanto, os aposentados.

  • 13º SALÁRIO: Governo de Pernambuco injeta mais de R$ 1,6 bilhão na economia estadual


    O governador Paulo Câmara anunciou, nesta segunda-feira (21.11), que o 13º salário dos servidores estaduais será pago de acordo com o calendário oficial. A primeira metade dos recursos do benefício será disponibilizada no próximo dia 30 de novembro. Os outros 50% serão pagos no dia 20 de dezembro. O pagamento do décimo - somado ao repasse, no início de dezembro, da folha salarial relativa ao mês de novembro - injetará mais de R$ 1,6 bilhão na economia do Estado em menos de um mês. 


    "Nos preparamos ao longo de todo o ano para manter as finanças de Pernambuco equilibradas. Por isso, mais uma vez, o Estado cumpre com as suas obrigações, apesar de toda crise fiscal e frustração de receitas", afirmou Paulo Câmara. "Esperamos o fechamento do mês de novembro para darmos os encaminhamentos necessários para realizar o pagamento do décimo", completou o governador. 

    Câmara também destacou a importância da injeção de mais de R$ 1,6 bilhão para o fechamento da economia estadual em 2016. "A disponibilização desses recursos será importante sobretudo para os pernambucanos que vivem do comércio. O Estado está fazendo a sua parte parar manter o dinamismo da nossa economia", afirmou, frisando que o Governo de Pernambuco realizou uma série de esforços nas áreas da arrecadação e do controle de gastos para, frente aos desafios da economia nacional, assegurar a sua estabilidade fiscal.  "Pernambuco se preparou para os desafios de 2016", concluiu o governador.

    A folha salarial bruta mensal dos servidores do Estado é de R$ 832 milhões. A primeira parcela do 13º salário dos servidores representará metade desse valor (R$ 416), ocorrendo o mesmo aporte para a quitação na segunda parcela.

     

  • Déficit primário vai a R$ 11,5 bilhões e PE atrasa obras e pagamentos

    Obras da Barragem de Serro Azul foram atrasadas por problemas orçamentários (Foto:Divulgação/Compesa)

    A crise fiscal vem impactando as contas públicas de Pernambuco. Com queda de arrecadação e de repasses do governo federal, o executivo estadual registrou um aumento do déficit primário, que era de R$ 10 bilhões no primeiro semestre de 2016 e passou para R$ 11,5 bilhões no primeiro semestre deste ano, uma alta de 13,41%, segundo dados do Siconfi/Tesouro Nacional.

    O balanço fiscal dos estados está disponível no Sistema de Informações Fiscais do Setor Público Brasileiro (Sincofi), do Tesouro Nacional. Os dados levam em conta os balanços das contas feitos com as despesas empenhadas – ou seja, dívidas assumidas pelo estado, mas que não necessariamente já estão pagas até o período compreendido no balanço, como explica Waldemir Luiz de Quadros, professor de economia do setor público da PUC-SP. “O balanço empenhado dá a dimensão, economicamente, do que eles decidiram gastar. O liquidado é o que ele atestou que foi gasto.”

    Algumas secretarias de Fazenda dos estados apontam que é preciso considerar os balanços com as despesas liquidadas – ou seja, já pagas. Mas os dados mostram que também houve piora nas contas se considerada essa metodologia. Somados, os resultados dos estados mais o DF tiveram queda de 11% no primeiro semestre de 2016 na comparação com 2015. Além disso, 14 dos 26 estados mais o DF registraram piora nas contas.

    O governo do estado de Pernambuco argumenta que o resultado do semestre foi, na verdade, um superávit de R$ 668 milhões. Esses dados, no entanto, levam em consideração as despesas já liquidadas pelo estado. De qualquer forma, mesmo com essa metodologia, os dados apontam uma piora nas contas do estado, já que o superávit foi 49% menor que o mesmo período do ano passado.

    Pagamentos
    Apesar de não registrar atraso no pagamento dos servidores, o estado admite que não vem cumprindo os prazos com os fornecedores. “Reconhecemos que, num cenário em que você tem receitas menores, há atrasos com fornecedores, mas os servidores estão em dia. Tem sido um esforço para que se pague os fornecedores”, explicou ao G1 o secretário de Planejamento, Márcio Stefanni.

    Sobre as obras, o governo afirma que a execução continua, embora em ritmo mais lento. A Barragem de Serro Azul, na Mata Sul de Pernambuco é um dos exemplos de obras afetadas pelos problemas orçamentários. O reservatório é um projeto dos governos estadual e federal para conter a água do Rio Una, que nasce no Agreste e passa por várias cidades da região. A obra começou em janeiro de 2011 e deveria ter sido entregue no fim de 2014. O governo reconheceu que os atrasos são, justamente, por conta das dificuldades financeiras.

    Fonte: G1/PE

  • Serra Talhada e Afogados vão receber workshops sobre recuperação de créditos tributários

    Nos dias 3 e 4 de novembro, as cidades de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, no Sertão, receberão workshops sobre o Programa Especial de Recuperação de Créditos Tributários (Perc). A divulgação das condições da adesão ao programa, que permite descontos em multas e parcelamento do ICMS atrasado, vem sendo feita no interior de Pernambuco pela Procuradoria Geral do Estado (PGE-PE) e pela Secretaria da Fazenda Estadual (Sefaz).

    Em Serra Talhada, o workshop ocorrerá na quinta-feira (3/11), às 19h, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Serra Talhada), na Rua Cirilo Xavier, s/n, no Centro. Já em Afogados da Ingazeira, será na sexta-feira (4/11), às 10h, no auditório da Cooperativa de Energia Comunicação e Desenvolvimento do Alto Pajeú (Ceralpa), na Rua 15 de novembro, nº 36. Os eventos são dirigidos a empresários, advogados e contabilistas.

    A data limite para aderir ao programa é 30 de novembro de 2016. Os detalhes do Perc serão apresentados pelo procurador-chefe da Regional de Arcoverde, Rômulo Cezar de Siqueira, e pelo  auditor fiscal e gerente regional da Sefaz Miguel Ângelo Feliciano. O Perc, que prevê redução de até 95% na multa e até 85% nos juros de dívidas de ICMS, foi instituído pela Lei Complementar 333/2016, publicada em 15 de setembro no Diário Oficial do Estado.

    Podem ser negociadas dívidas de ICMS, independentemente do valor em débito. No caso de parcelamento em até quatro prestações mensais, a redução da multa é de 80% e dos juros, de 70%. Na hipótese de parcelamento de cinco até 24 prestações mensais, o contribuinte terá abatimento de 50% da multa e 40% dos juros.

  • Público lota pátio de eventos no úlimo dia da Festa de Setembro


    A lagoa Maria Timóteo ficou pequena para receber o público que foi curtir a última noite da Tradicional Festa de Setembro de Serra Talhada, no sertão do Pajeú.

    Segundo os organizadores do mega evento, cerca de 40 mil pessoas estiveram na madrugada desta quinta-feira (08), assistindo aos shows musicais de Sandrino Ferraz, Gusttavo Lima, Fábio Diniz e Gabriel Diniz.

    O evento que começou na segunda-feira (05) foi marcado pela tranquilidade, pela qualidade das atrações do polo nacional e cultural, e pela excelente estrutura.

    Ao conversar com Júnior Campos, o prefeito do município, Luciano Duque, ao registrar agradecimento, não escondeu o sentimento de orgulho pelo sucesso do evento.

    “Agradeço a todo o povo de Serra Talhada por esta festa maravilhosa. A festa termina com muito brilho, uma das maiores Festa de Setembro de Serra Talhada, desde o polo cultural, polo nacional, o desfile do dia 7 e com certeza a festa da padroeira está abrilhantando nossa Serra Talhada. Então, é motivo de orgulho e para o governo de Serra Talhada, poder está neste momento, comemorado uma das maiores festa de Setembro da sua história. Duzentos e vinte e seis anos de história, Festa de Setembro, Festa de Nossa Senhora da Penha”, comemorou.

     Postado por: Júnior Campos, quinta-feira (08) de setembro de 2016 08:42

  • Victor diz que cada um (Carlos e Geni), vai resolver com a justiça

    O pré-candidato a prefeito de Serra Talhada, Victor Oliveira do PR, garante que não estar nenhum um pouco preocupado com a pecha de “menino”.

    Para o administrador de empresas, que tenta sentar na cadeira de prefeito da Capital do Xaxado, voltou a dizer que estar pronto pra o cargo, por que estudou “nas melhores faculdades”, e por que confia na praça de políticos que estão dando sustentação ao seu futuro palanque.

    “Eu não ligo não; por que eu tenho muita segurança da minha vontade de trabalhar e da minha capacidade de dar a minha contribuição importante pra Serra Talhada. Além da minha capacidade pessoal, eu confio muito no time que fica comigo”, garantiu Victor e completou:

    “A questão da idade, eu acho que não tem problema nenhum, por que se idade fosse o único fator, era só votar no candidato mais velho, que estava resolvido. E agente sabe, que está cheio de velho safado na política. A minha geração, a geração mais nova que está entrando na política, ela está entrando enojada do jeito como está sendo feito a política”.

    Quando provocado sobre a contradição em seu discurso, quando defende transparência pública e aposta em dos ex-prefeitos com contas rejeitadas - com auxilio de Dantas, Victor foi direto.

    “As contas deles cada um vai resolver com a justiça; agora o que é inegável é que todos eles deram contribuições relevantes pra cidade, isso a gente não pode desmerecer nunca”, disse.

    Na sombra de Dantas, durante os três dias da 17ª ExpoSerra, Victor quando questionado pela ausência de Carlos e Geni, justificou: “Eles tem alguns compromissos e não puderam nos acompanhar, mas estão firmes ao nosso projeto; pode ter certeza”, garantiu ao falar com Júnior Campos.

    Postado por: Júnior Campos, domingo 17 de julho de 2016 18:28

  • Previdência: Prefeituras vão ficar sem recursos; para prefeito “quem não quebrou vai a reboque”

    Na coluna diária em seu blog, desta quinta-feira (05), o jornalista Inaldo Sampaio, escreve que “em parceria com os TC’s, o TCU está fazendo uma auditoria coordenada nos fundos próprios de previdência dos estados e municípios”.

    Ainda segundo o jornalista, “se o diagnóstico geral for semelhante ao dos municípios pernambucanos, a solução é voltar todos ao Regime Geral. Aqui, dos 143 que foram criados, só 3% são sustentáveis”.

    A pauta em tela, levantada por Inaldo, é um dos maiores problemas da administração pública brasileira, nos dias atuais, provocando rombos nos Orçamentos da União, de Estados e municípios.

    A previsão é que centenas de prefeituras fiquem sem recursos para pagar as aposentadorias num futuro próximo, e vislumbrando esse cenário, é que o Tribunal de Contas da União (TCU), junto com tribunais de Contas estaduais e órgãos de controles municipais, preparam uma auditoria coordenada em todo o país para o estudo da questão previdenciária.

    Em Serra Talhada, o prefeito do município, Luciano Duque, ao traçar uma perspectiva, vez um aceno para um futuro de quebradeira em todas as Unidades da Federação.   

    “É o pior subifinanciamento de todos os programas federais, na educação e saúde, e aprofunda cada vez mais o abismo. Por isso, Eduardo Campos, como um visionário que era, propunha um novo pacto federativo. Estamos caminhando para um cadafalso. O governo federal quebrou e os Estados estão no mesmo caminho e, os municípios que não quebraram ainda, vão a reboque”, traçou o prefeito.

    Publicado por: Júnior Campos, quinta-feira (05), de maio de 2016 às 11:49

  • Previdência: Prefeituras vão ficar sem recursos; para prefeito “quem não quebrou vai a reboque”

    Na coluna diária em seu blog, desta quinta-feira (05), o jornalista Inaldo Sampaio, escreve que “em parceria com os TC’s, o TCU está fazendo uma auditoria coordenada nos fundos próprios de previdência dos estados e municípios”.

    Ainda segundo o jornalista, “se o diagnóstico geral for semelhante ao dos municípios pernambucanos, a solução é voltar todos ao Regime Geral. Aqui, dos 143 que foram criados, só 3% são sustentáveis”.

    A pauta em tela, levantada por Inaldo, é um dos maiores problemas da administração pública brasileira, nos dias atuais, provocando rombos nos Orçamentos da União, de Estados e municípios.

    A previsão é que centenas de prefeituras fiquem sem recursos para pagar as aposentadorias num futuro próximo, e vislumbrando esse cenário, é que o Tribunal de Contas da União (TCU), junto com tribunais de Contas estaduais e órgãos de controles municipais, preparam uma auditoria coordenada em todo o país para o estudo da questão previdenciária.

    Em Serra Talhada, o prefeito do município, Luciano Duque, ao traçar uma perspectiva, vez um aceno para um futuro de quebradeira em todas as Unidades da Federação.   

    “É o pior subifinanciamento de todos os programas federais, na educação e saúde, e aprofunda cada vez mais o abismo. Por isso, Eduardo Campos, como um visionário que era, propunha um novo pacto federativo. Estamos caminhando para um cadafalso. O governo federal quebrou e os Estados estão no mesmo caminho e, os municípios que não quebraram ainda, vão a reboque”, traçou o prefeito.

    Publicado por: Júnior Campos, quinta-feira (05), de maio de 2016 às 11:49

  • Com a crise, governo de Pernambuco decide se desfazer de parte do seu patrimônio

    Encontro do governador com o secretariado ocorreu no Palácio do Campo das Princesas / Foto: Roberto Pereira/SEI


    Para tentar compensar a queda de receita registrada no primeiro trimestre deste ano, o governo do Estado decidiu encaminhar para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) um projeto de lei para a venda a ativos, como terrenos e imóveis, por exemplo. A informação foi divulgada neste sábado (30), após uma reunião entre o governador Paulo Câmara e todo o seu secretariado. De acordo com o governo, entre janeiro e março deste ano, comparado com o mesmo período do ano passado, a arrecadação do ICMS caiu 2,2% e o repasse federal do Fundo de Participação dos Estados (FPE) foi reduzido em 2,9%. Parciais indicam que os números do primeiro quadrimestre também não são animadores.

    Outras medidas também serão adotadas para reduzir os impactos da crise nacional em Pernambuco, entre elas estão a criação de uma nova empresa pública que focará na recuperação de débitos e emissão de debêntures e a alteração da data de pagamento dos cargos comissionados. Reuniões com as secretarias também serão realizadas para definir ajustes em todas as pastas. O governo adianta, entretanto, que as secretarias de Saúde, Educação e Segurança são prioritárias neste momento e não devem ser afetadas.

    “O governador determinou que nós priorizássemos esses três setores. Qualquer aumento na arrecadação, será destinado para essas áreas prioritárias. Infelizmente tivemos mais uma queda na receita, e, com isso, precisaremos nos adequar a essa realidade”, afirmou o secretário da Fazenda, Márcio Stefanni.

    Ainda segundo o secretário, o Estado pretende chegar até o final do ano com todas as contas em dia. “A expectativa é chegar ao final do ano com os compromissos em dia. O nosso maior objetivo é conseguir atender, da melhor forma, os nossos servidores, os nossos fornecedores, e, principalmente, a nossa população”, concluiu.

    Postado por: Júnior Campos, domingo 1º de maio de 2016 05:41

    Fonte: NE10

     

  • Dívida Pública Federal cresce 2,38% em março, diz Tesouro

    Foto: Reprodução/Internet

    Estadão Conteúdo – O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) subiu 2,38% em março, quando atingiu R$ 2,886 trilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 25, pelo Tesouro Nacional. Em fevereiro, o estoque estava em R$ 2,819 trilhões.

    A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 17,62 bilhões no mês passado. A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 2,81% e fechou o mês em R$ 2,753 trilhões.

    Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 5,7% menor, somando R$ 133,19 bilhões no mês passado.

    Parcela prefixada

    A parcela de títulos prefixados na DPF subiu de 36,56% em fevereiro para 37,17% em março. Os papéis atrelados à Selic diminuíram a fatia, de 25,09% para 24,92%.

    Os títulos remunerados pela inflação subiram para 33,08% do estoque da DPF em março, ante 33,05% em fevereiro. Os papéis cambiais reduziram a participação na DPF de 5,29% em fevereiro para 4,83% em março.

    Apenas os papéis atrelados ao câmbio estão dentro das metas do PAF. O intervalo do objetivo perseguido pelo Tesouro para os títulos remunerados pela Selic em 2016 vai de 30% a 34%. No caso dos que têm índices de preço como referência, a meta é de 29% a 33% e, no de câmbio, de 3% a 7%.

    Parcela em 12 meses

    A parcela da DPF a vencer em 12 meses subiu de 22,42% em fevereiro para 22,65% em março, segundo o Tesouro Nacional. O prazo médio da dívida caiu de 4,69 anos em fevereiro para 4,59 anos no mês passado.

    O custo médio acumulado em 12 meses da DPF passou de 15,81% ao ano em fevereiro para 14,15% ao ano em março.

    Participação de estrangeiros

    Os estrangeiros diminuíram sua parcela de títulos do Tesouro Nacional em março. A participação dos investidores não-residentes no Brasil no estoque da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) caiu de 17,72% em fevereiro para 16,73% no mês passado, somando R$ 460,73 bilhões. Em fevereiro, o estoque nas mãos de estrangeiros estava em R$ 474,66 bilhões.

    A parcela das instituições financeiras no estoque da DPMFi teve elevação de 23,62% em fevereiro para 24,28% em março. Os Fundos de Investimentos também aumentaram a fatia, de 20,70% para 20,96%. Já as seguradores tiveram ligeira redução na participação, de 4,56% para 4,55%.

    Postado por: Júnior Campos, segunda-feira 25 de Abril de 2016 16:30