• Prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral é preso pela PF

    A Polícia Federal em Pernambuco deflagrou na manhã desta sexta-feira (19) a Operação Abismo com objetivo de reprimir e desarticular um esquema de fraudes no instituto de previdência dos servidores do município do Cabo de Santo Agostinho.

    As investigações tiveram início em março deste ano e, segundo os dados coletados na investigação, que ainda se encontra sob sigilo, foram transferidos mais de R$ 90 milhões do instituto, que antes se encontravam investidos em instituições sólidas, para fundos de investimento compostos por ativos “podres”. Isto é, sem lastro e com grande probabilidade de inadimplência futura, colocando em risco o pagamento da aposentadoria dos servidores do município.

    O prefeito do Cabo, Lula Cabral, foi preso em Boa Viagem, no início da manhã, e levado para a sede da Polícia Federal, no Cais do Apolo. Um total de 13 pessoas, das quais quatro são de Pernambuco, já foram detidas.

    Entre os envolvidos estão empresários, lobistas, advogados, políticos, religiosos e outras pessoas que de uma forma têm participação com o esquema criminoso. As medidas foram determinadas pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores depositados em contas em nome dos investigados. 

    As ordens judiciais de prisão e buscas foram distribuídas por regiões. Em Pernambuco, estão sendo cumpridos 18 mandados de buscas, dois mandados de prisões temporárias e quatro mandados de prisões preventivas nos municípios do Cabo de Santo Agostinho, em Salgueiro, no Sertão e em Vitória de Santo Antão, na Mata Sul. 

    Em São Paulo, são dez mandados de busca, um de prisão temporária, cinco de prisões preventivas em Jundiaí e Guariba. No Rio de Janeiro, dez mandados de busca, seis de prisões temporárias e um de prisão preventiva, todos na capital carioca. Na Paraíba, um mandado de busca, na cidade de Monteiro. No Distrito Federal, um mandado de busca. Em Goiás, um mandado de busca e um de prisão temporária, em Goiânia e Anápolis. Em Santa Catarina, um mandado de busca e dois de prisões temporárias. 
     
    No curso da investigação coletaram-se indícios de que a alteração na carteira de investimentos do Instituto de Previdência foi efetuada a mando do prefeito do aludido município, por meio de ingerência indevida na administração daquele órgão, em razão do oferecimento de vantagem indevida. Os criminosos transferiram o dinheiro de uma conta para outra, que não podia receber os valores. Foi uma operação indevida e com autorização do prefeito dessa cidade da RMR. Segundo a PF, aposentados não chegaram a ser vítimas porque a ação foi preventiva. Antes dos desvios começarem. 

    Segundo a delegada Andréia Pinho, responsável pela investigação, o esquema envolvia uma empresa gestora de investimentos, que para conseguir captar investimentos se associou a lobistas, principalmente com atuação em Pernambuco. "Esses lobistas ofereceram vantagens indevidas para que fossem feitos investimentos milionários, dinheiro que seria da aposentadoria dos servidores públicos municipais foi aplicado em fundo de investimentos podres com pouca perspectiva de rentabilidade", explicou. Em troca, foi pago propina, afirmou a delegada. 
     
    A delegada não afasta a possibilidade do mesmo esquema ter sido realizado em outros municípios brasileiros. "Quero aproveitar para conclamar os servidores públicos em geral e a população para realizarem uma fiscalização, um controle sobre os seus regimes próprios de previdência e verifiquem onde estão investindo o dinheiro deles. Isso é muito importante, pois é a aposentadoria dos servidores que está em jogo. Desconfiem de retiradas de valores substanciais, colocados em fundos de pouca tradição. Procurem a Polícia Federal e o Ministério Público. Estamos a disposição para ajudar", ressaltou.  

    A Polícia Federal está tentando recuperar o máximo os valores desviados da previdência dos servidores públicos. "Estamos tentando salvar alguma coisa. Já foi autorizado inclusive o sequestro de bens de alguns dos envolvidos"", informou o delegado federal Márcio Tenório, que também coordena a operação. O policial acredita que nos próximos dias, se algum servidor for se aposentar corre risco de não conseguir. "Pelo que apuramos, 50% do valor que existia depositado nos fundos do instituto foi desviado. É provável que haja prejuízo aos servidores do município", completou.  

    Ao todo, 220 policiais federais estão cumprindo 64 (sessenta e quatro) ordens judiciais sendo 42(quarenta e dois) mandados de busca e apreensão, 10 (dez) mandados de prisão preventiva e 12 (doze) mandados de prisão temporária, nos estados de Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Goiás, Santa Catarina e no Distrito Federal. 

    Os crimes que estão sendo imputados aos suspeitos são Lavagem de Dinheiro, Associação Criminosa, Crimes Financeiros, Corrupção Ativa e Passiva, cujas penas ultrapassam os 30 anos de reclusão. Os presos serão levados até a sede da Polícia Federal onde serão interrogados e logo em seguida irão ser encaminhados para os respectivos sistemas prisionais. Os presos de outros estados ficarão reclusos em sistemas prisionais de seus estados onde ficarão à disposição do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

    A assessoria do prefeito informou, por telefone, que como o processo ocorre em segredo de justiça estão reunidos com os advogados para se pronunciarem a respeito do caso. 

  • RealTime Big Data: Bolsonaro tem 60% dos votos válidos; Haddad, 40%

    Pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta quarta-feira (18) mostra o deputado federal Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, com 60% da preferência do eleitorado considerando os votos válidos. O ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro Fernando Haddad (PT) aparece com 40% das intenções de voto. O levantamento foi encomendado pela RecordTV.

    O resultado conta apenas as intenções de voto direcionadas para um dos dois candidatos, desconsiderando os eleitores indecisos e as menções de voto em branco e nulo.

    Comparando com o último levantamento do instituto, publicado na segunda-feira (15), a diferença entre os adversários passou de 18 para 20 pontos percentuais.

    Considerando os votos totais, o levantamento mostra Bolsonaro com 52% das intenções de voto, ante 35% de Fernando Haddad. Os votos brancos e nulos somam 8% e os eleitores indecisos, 5%.

    O segundo levantamento do RealTime Big Data para o segundo turno também mostra estabilização na rejeição do eleitorado aos candidatos: o percentual de eleitores que não vota de jeito nenhum no candidato do PSL passou de 46% para 45%. Já a rejeição a Fernando Haddad passou de 53% para 54%.

    O RealTime Big Data ouviu 5.000 eleitores entre os dias 16 e 17 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela RecordTV e foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03883/2018.

     

  • Com queda de 15,38% no FPM, presidente do Cimpajeú orienta prefeitos como enfrentar a crise

    Com a principal renda dos municípios em queda constante, com cortes iniciais no 2º decênio do mês de setembro, quando o FPM – Fundo de Participação dos Municípios sofreu uma redução de 8,01% - comparando com o mesmo período de 2017 - isso levando em consideração a inflação do mesmo período; valendo acentuar que além desta redução, o prometido aumento de 1% do FPM para o mês de setembro, não saiu, impossibilitado de ser votado em virtude da Intervenção no Estado do Rio de Janeiro, e que as receitas oriundas do Imposto Sobre Serviços - ISS de cartões de crédito foram suspensas e, os royalties do petróleo que aguardam uma decisão da suspensão dos efeitos da Lei 12.734/2012 que determina novas regras de distribuição entre os entes da federação dos royalties e da participação especial em função da exploração de petróleo, O CIMPAJEÚ – Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú, presidido por Marconi Santana, prefeito do município de Flores, no sertão do Pajeú, faz um alerta da necessidade dos gestores municipais que já trabalham no limite apertarem ainda mais os cintos.

    Para o líder municipalista que esteve no início da semana na sede da CNM – Confederação Nacional dos Municípios, em Brasília, (foto), lamentando como tem sido as dificuldades para arcar com a previdência social “é necessário cautela e manter o foco na garantia dos serviços essenciais; enxugar o máximo as despesas e pisar forte nos freios”, alertou o presidente do CIMPAJEÚ.

    Preocupado com a difícil situação dos gestores municipais, e com as consequências que os mesmos poderão sofrer junto com a população, devido o impacto já anunciado hoje pela STN – Secretária do Tesouro Nacional, da redução de 15,38% a menos no FPM, Marconi pede um olhar mais firme dos gestores municipais para o cenário que vem se agravando nos cofres públicos municipais, com desenfreada queda de receita.

    “O momento é desafiador, de muita cautela e de decisões enérgicas por parte de nós gestores, que teremos dias ainda mais difíceis daqui para frente, já que o declínio do FPM tem sido constante. Sendo assim, precisamos de um olhar mais firme para o atual cenário”, ressaltou.

    Marconi ainda chamou a atenção da população no sentido de compreender que, o FPM é a principal receita dos municípios da região do Pajeú e que, nos últimos meses, só tem sido possível com muita dificuldade, com o FPM, manter os principais serviços como: Saúde, educação, limpeza, manutenção de estradas e o pagamento da folha de pessoal.

  • Polícia Federal aponta propina de R$ 5,9 milhões para Temer

    Estadão Conteúdo – A Polícia Federal (PF) apontou, no relatório nal do inquérito dos portos, indícios de que o presidente Michel Temer recebeu R$ 5,9 milhões de propina das empresas Rodrimar, Grupo J&F e Libra. Segundo a investigação, os repasses teriam sido realizados em doações ociais e em espécie. Temer, sua lha Maristela e outras nove pessoas foram indiciados na terça-feira, 16, pelo delegado Cleyber Malta em relatório encaminhado ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    A PF concluiu que Temer editou o Decreto dos Portos, em maio de 2017, com “desvio de nalidade, favorecendo indevidamente empresas e empresários do setor”. Seu exassessor e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (MDB) é apontado como “interlocutor” do emedebista nas supostas negociações com as empresas.

    O militar João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, próximo a Temer, também foi indiciado e é apontado como “gerente” de uma “estrutura montada” para receber “benefícios nanceiros por alguns desses empresários”. A PF pediu ainda a prisão do coronel Segundo a PF, a estrutura da empresa Argeplan, de Lima, foi colocada à disposição de Temer e bancou uma reforma em um imóvel de Maristela. Na conclusão do relatório, o delegado arma que o decreto visou a “honrar compromissos com um setor” do qual Temer “se beneciou com recebimento de recursos indevidos durante quase 20 anos”. Malta ainda aponta na conclusão do relatório a existência de “contatos atípicos” que aparentam “ocorrência fora da sua regularidade” entre Rocha Loures e o procurador da República Alexandre Camanho, secretário-geral na gestão de Raquel Dodge que assumiu a Procuradoria-Geral da República em setembro de 2017. Em mensagens de 2016, Camanho trata com Loures da futura composição do governo Temer.

  • 2020:A força eleitoral de Duque antecipa o debate municipal

    O segundo turno das eleições presidenciais ainda não foi definido oficialmente mas, as especulações sobre a sucessão para a prefeitura municipal de Serra Talhada já começaram.

    Apresentadores e comentaristas de emissoras de rádio da cidade e principalmente a oposição já estão dando nome “aos bois” antes do próprio prefeito Luciano Duque.

    Nomes do Governo Municipal como: Márcia Conrado, Faeca Melo e o Vice Márcio Oliveira, integram o xadrez político das especulações sobre quem será o escolhido do prefeito.

    Não é de se estranhar também, a preocupação do grupo oposicionista com a sucessão em 2020, já que o próprio chefe do grupo, Sebastião Oliveira, fez duras críticas ao mesmo há dias atrás, dizendo que "a oposição em Serra anda numa luta de egos elevados e deixa transparecer à população que tudo no governo Duque vai bem".

    A força de Luciano neste primeiro turno das eleições elevando Armando Monteiro e Marília Arraes à expressivas votações na cidade também deve ser um fator preponderante para o pleito municipal de 2020.

  • Brasília: Marconi protocola pedidos de emendas e fala sobre dificuldade com a previdência

    Prefeitos de todo território nacional aportaram em Brasília, nesta terça-feira (16). A ida, ao Distrito Federal foi motivada pelo calendário que apontava para o dia 20, o prazo final para apresentação de emendas parlamentares, que acabou sendo prorrogado para o dia 1º de novembro.

    Marconi Santana de Flores, região do Pajeú foi o primeiro a chegar. Santana esteve protocolando o pedido de alocação de emendas, em diversos gabinetes da Câmara e Senado Federal.

    Entre os pedidos do gestor Florense, emendas para a construção de novos equipamentos de lazer, aquisição de ambulância, ônibus escolar, custeio de média complexidade na área de saúde, compra de um micro-ônibus, construção de uma academia da saúde e aquisição de equipamentos hospitalares.

    Marconi, que também preside o consórcio de prefeitos da região, esteve na sede da CNM – Confederação Nacional dos Municípios, onde em entrevista falou das dificuldades para arcar com a previdência própria municipal e como a busca por fontes complementares de receita tem dificultado o dia a dia dos gestores municipais.

    “A previdência exige da prefeitura um aporte mensal de R$ 220 mil e fechar as contas tem sido um grande desafio”, disse Santana.

    O prefeito de Flores, ainda esteve na sede do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com José Fernando Uchôa - Diretor de Ações Educacionais, acompanhando o andamento do projeto inicial das novas escolas, do Bairro Vila Nova e do Distrito de Fátima - (foto 1).

    Com o deputado federal, Mendonça Filho, o prefeito terminou a genda nesta terça (16).

    “Ao deputado solicitamos alocação de emenda parlamentar para compra de um micro - ônibus e mobiliário escolar”. Escreveu Marconi no facebook.

    Além de Marconi, o blog registrou as presenças de: Luciano Duque de Serra Talhada, Tânia de Brejinho, Adelmo de Itapetim, Manuca de Custódia e Ângelo de Sertânia.

  • Kaio agradece votos obtidos em Serra Talhada e fala sobre eleições municipais

    Durante entrevista concedida aos comunicadores, Francis Maya e Giovani Sá, nesta terça-feira (16), o Deputado Federal Florestano, Kaio Maniçoba, deu algumas declarações e fez algumas ponderações sobre o 2º turno das eleições presidenciais, e sobre sua situação política e eleitoral.

    Sobre sua votação, na Capital do Xaxado, Kaio respondeu aos entrevistadores declarando ser “muito grato pelos votos que tirei em Serra Talhada, e continuarei trabalhando por Serra. Passei de 470 votos em Serra para mais de 2.000 votos”, destacou Maniçoba.

    Quando provocado sobre sua terra natal, se teria algum interesse dele ou mesmo por parte de seus eleitores Florestanos de o alçarem em 2020 à Prefeitura de Floresta, o parlamentar afirmou o seguinte: “Hoje não é o que eu desejo. Mas a gente não pode dizer nunca. Se for da vontade de Deus..., mas no momento prefiro ajudar da forma em que estou ajudando”.

    Kaio Maniçoba ainda fez um apelo aos sertanejos da região ponderando e ressaltando que, “o país está divido entre Bolsonaro e Haddad, e nós temos que fazer uma boa escolha para não errarmos outra vez”, pontuou.

  • Kassab procura time de Bolsonaro para comunicar apoio do PSD ao presidenciável

    O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD), comunicou à equipe de Jair Bolsonaro que seu partido apoia no segundo turno o candidato do PSL para a Presidência da República. Ministro de Michel Temer (MDB), Kassab também foi do governo de Dilma Rousseff (PT).

    No primeiro turno, o partido – que tem Kassab como principal cacique – apoiou oficialmente Geraldo Alckmin (PSDB). Mas lideranças do PSD já vinham manifestando ainda no primeiro turno apoio a Bolsonaro, como em Minas Gerais e Rio de Janeiro.

    Na semana passada, Kassab procurou Paulo Guedes – economista da campanha de Bolsonaro e de quem ele é amigo desde os tempos da campanha de Guilherme Afif. Kassab perguntou ao amigo de economista quem era o melhor interlocutor político da campanha para comunicar a decisão.


    Guedes respondeu: "Onyx Lorenzoni". Deputado do DEM, Onyx é apontando como futuro ministro da Casa Civil, se Bolsonaro se eleger.

    Na última terça-feira (9), Kassab, Afif e Onyx jantaram em Brasília. Kassab explicou que o PSD só não poderia anunciar formalmente o apoio a Bolsonaro porque os diretórios da Bahia e Sergipe apoiavam o PT. Mas, na prática, o partido fará campanha para Bolsonaro no segundo turno.

    A aliados, Kassab explicou que o apoio a Bolsonaro nada tem a ver com a perspectiva de poder do candidato do PSL – 18 pontos à frente de Haddad de acordo com a última pesquisa Ibope, divulgada nesta segunda-feira (15).

    A justificativa de Kassab é que não poderia apoiar Fernando Haddad por "questões locais" e porque, na sua avaliação, "o PT não está maduro para voltar ao poder".

    Fonte: G1

  • Haddad: campanha de Bolsonaro é baseada em mentiras no WhatsApp

    O candidato do PT ao Planalto, Fernando Haddad, retomou as críticas ao seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), pela ausência nos debates. "Lamento que hoje eu não esteja debatendo com meu adversário.

    Estava marcado um debate hoje", armou, durante evento em homenagem ao Dia do Professor, nesta segunda-feira (15). "Entendo por que meu candidato não participa do debate. A campanha dele está baseada em mentiras no WhatsApp. Se você desligar o WhatsApp por cinco dias, ele desaparece", armou o petista. 

    Haddad participou de ato no Sindicato dos Professores do Ensino Ocial do Estado de São Paulo (Apeoesp), no centro da capital paulista.

  • Ibope: Bolsonaro lidera com 59% dos votos válidos; Haddad tem 41%

    O candidato Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida para a Presidência da República com 59% dos votos válidos, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (15). Fernando Haddad (PT) tem 41%. A margem de erro é de dois pontos porcentuais. Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos.

    É a primeira pesquisa do instituto após o primeiro turno das eleições. Ela foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo.

    Em relação aos votos totais, o deputado aparece com 52%, e o ex-ministro da Educação possui 37%. Nulos e brancos somam 9%; outros 2% não souberam responder ou não responderam.

    O capitão reformado do Exército ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições, no último dia 7 de outubro, com 46,03% dos votos válidos. Haddad, o segundo colocado, teve 29,28%. O segundo turno acontece no próximo dia 28 de outubro.

    O levantamento também mediu o potencial de voto e a taxa de rejeição de cada candidato. Segundo o Ibope, 41% votariam em Bolsonaro com certeza. Já 35% disseram que não votariam nele em nenhuma hipótese. Em relação a Haddad, 28% votariam no petista com certeza, e 47% rejeitam o candidato.

    Na quarta-feira (10), o Datafolha havia divulgado sua primeira pesquisa pós-primeiro turno. O candidato do PSL tinha 58% dos votos válidos, contra 42% do petista. Em termos totais, Bolsonaro tinha 49%, Haddad 36%, nulos e brancos 8%, e 6% não souberam responder.

    O Ibope ouviu 2.506 pessoas, entre 13 e 14 de outubro. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-01112/2018. O nível de confiança é de 95%.

  • Nas redes sociais, Bolsonaro pede debate com Lula, em vez de Haddad

     

    O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, sugeriu neste domingo que os debates de segundo turno fossem entre ele e o ex-presidente Luiz Inácio lula da Silva (PT), no lugar do candidato do PT, Fernando Haddad. Mesmo assim, disse que “não iria debater com Lula de jeito nenhum”.


    “Querem que eu compareça a um debate de qualquer maneira, mas eu dependo de uma avaliação médica. Agora, eu vou debater com ele, Haddad? Por que não tiram o Lula da cadeia para debater comigo? Se bem que eu não iria debater com Lula de jeito nenhum. Mas o mais certo é o Lula, porque quem vai formar ministério é o Lula”, disse Bolsonaro, em transmissão de vídeo ao vivo pelo Facebook.


    Preso desde abril pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá, Lula foi o candidato do PT até o início de setembro, quando teve sua candidatura impedida pela Justiça Eleitoral, em razão da Lei da Ficha Limpa, que proíbe condenados em segunda instância de serem candidatos. Haddad assumiu a chapa logo em seguida.


    Confiante na vitória no segundo turno, o candidato do PSL afirmou que é “quase impossível” perder a disputa. “Vamos mudar o Brasil, não teremos outra oportunidade”, disse o capitão da reserva. Na primeira pesquisa de intenção de voto feito pelo Datafolha após o primeiro turno, Bolsonaro apareceu com 58% dos votos válidos, enquanto Haddad teve 42%. Uma pesquisa Ibope é esperada para amanhã.


    Na transmissão ao vivo pelo Facebook, Bolsonaro voltou a cometer um ato falho em relação à facada que levou em Juiz Fora, Minas Gerais, durante campanha no primeiro turno. Assim como havia dito em entrevista à CBN na quinta-feira, o candidato disse que foi “vítima do que prega”. Depois, se explicou e afirmou que foi vítima da violência que combate.


    O ato falho ocorreu enquanto Bolsonaro criticava Guilherme Boulos, candidato do PSOL à Presidência no primeiro turno e líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que insinuou que o MTST ocuparia a casa do Bolsonaro, por considerá-la improdutiva.


    “Logo eles que dizem que eu que sou violento. Eles sempre se vitimizam. Eu não prego a violência, eu prego a não violência. Eu fui vítima daquilo que prego, a não violência”, disse em um primeiro momento. “Só para deixar bem claro, eu sou vítima do que eu combato. Eu combato a violência e fui vítima desse combate à violência, eu sofri um ato de violência”, afirmou em seguida, após ter sido corrigido por alguém da equipe dele.

     

  • Lula não é mais Haddad? A animação para 2020 em ST, e análise dos votos em Princesa Isabel - PB

    LULA NÃO É MAIS HADDAD?: Sem pestanejar, o ex-presidente Lula tratou logo de se livrar de Fernando Haddad no segundo turno. Avisou que não queria mais receber visita e que assumisse de fato, a campanha presidencial contra Bolsonaro do PSL. O recado de Lula foi dado, e de pronto, o pessoal da comunicação do petista tratou logo de remover, não só o “Haddad é Lula”, como também, a foto do ex-presidente; hoje presidiário.

    A estratégia agora é estabelecer uma conexão, com o ex-capitão do Exército, apagando o vermelho do PT, usando as cores verde e amarelo - as mesmas usadas pelo candidato do PSL – e tentar se aproximar ao máximo dos eleitores antipetista; já que o Partido dos Trabalhadores – PT, tem um alto índice de rejeição nas regiões, Sul, Sudeste, Centro Oeste e Norte do Brasil.

    Será uma tarefa difícil para o núcleo de comunicação de Haddad, já que o “novo” Fernando terá a dura missão de, no mínimo, conquistar 1 milhão de eleitores dia; uma missão quase impossível.

    Vale o registro que, mesmo perdendo para o PT no Nordeste por 51% a 26%, Bolsonaro ganhou nas principais capitais nordestinas como Recife, Natal, João Pessoa e Fortaleza.

    EXPECTATIVA: Reeleito governador de Pernambuco, contra Armando Monteiro do PTB, Paulo Câmara (PSB) deverá logo no início da segunda gestão, garantir o segundo mandato de deputado federal, para João Fernando Coutinho do PROS e Kaio Maniçoba do SD; primeiro e segundo suplente respectivamente. Ventila-se, que Sebastião Oliveira (PR) volte a sentar na cadeira de Secretário de Transportes e Felipe Carreras na de Turismo.

    QUEM USOU A MÁQUINA?: Buscando justificar a queda de votos de Sebastião Oliveira (PR), em Serra Talhada, os apoiadores direto de Oliveira, acusaram o prefeito Luciano Duque (PT), de “uso da máquina”, a favor de Marília. A justificativa foi dada por Duquinho, parecendo não lembrar que Paulo Câmara (PSB) perdeu para Armando em Serra Talhada por uma diferença elástica de 6.766 votos, mesmo com a sombra do aeroporto, estrada de Bernardo Vieira e Hospital Geral do Sertão.

    ANIMADOS PARA 2020: Para os governistas mais animados - que evitam culpar Sebastião Oliveira - a derrota de Paulo Câmara em Serra Talhada, já é o início da largada para o processo eleitoral municipal de 2020. Em reserva, um governista que espera ser indicado por Duque para sucessão, fala em situação vantajosa. “Vamos sair vitoriosos em 2020, sem dúvidas”.

    PRINCESA ISABEL: o prefeito Ricardo Pereira (PSB) ainda comemora a derrota do Senador Cássio Cunha Lima (PSD) e a vitória elástica de João Azevedo, tida como histórica na Paraíba - isso pela diferença de mais de 700 mil votos, mesmo tendo como adversários: Lucélio Cartaxo (PV) e Zé Maranhão (MDB).

    PAGOU PARA VER: Ricardo Pereira viu Aledson Moura (seu vice) contabilizar para deputado estadual, 4916 votos – enquanto seu candidato Hervazio Bezerra (eleito), 2473 votos. Para um governista, “algo esperado dentro de um cenário, onde se tem um candidato que passou 5 anos dando feira e fazendo festa”. Ainda municipalizando o pleito, e fazendo uma projeção para 2020, a votação tida por Aledson, para o aliado de Ricardo Pereira não é parâmetro para 2020 e sim, a baixa votação dada por Sidney Filho a Lucélio Cartaxo (PV). Cerca de 3300 votos, contra 6384 de João Azevedo - eleito governador.

    OPOSIÇÃO: Ao falar com Júnior Campos, Sidney Filho (PSDB) evitou fazer qualquer análise, mirando o próximo pleito municipal. “O resultado é muito recente, qualquer análise é precipitada. Perdemos essa campanha de governo em decorrência de alguns erros que foram cometidos durante o caminhar da campanha estadual”. Ainda na visão do tucano, o resultado de Princesa foi um reflexo de toda Paraíba. 

  • Bolsonaro diz que só debate com Haddad se não houver interferência de Lula

    O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado (13/10) que concorda em ir a debates com seu adversário, Fernando Haddad (PT), mas desde que não haja "interferência externa", referindo-se à suposta influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de Fernando Haddad (PT). 

    "Se for debate só eu e ele (Haddad), sem interferência externa (de Lula), eu topo comparecer. Estou pronto para debater; tem de ser sem participação de terceiros", ironizou, em meio a uma gravação de programas eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim botânico, bairro da zona sul do Rio.

    O fato de Bolsonaro não confirmar a participação em debates — o capitão reformado já disse que avalia não ir a nenhum como estratégia para vencer — tem sido uma das maiores críticas feitas por Haddad a ele. Pela manhã, o petista voltou a falar sobre o tema: "Quem não tem propostas, não tem o que debater", afirmou, antes de encontro com coletivos culturais na Cohab Raposo Tavares, na zona oeste da capital paulista. 

    Bolsonaro tem rebatido as críticas dizendo que não vale a pena debater com Haddad porque não é ele quem toma as decisões. O militar chamou Haddad de "ventríloquo de Lula" (em aparente confusão, pois ele deveria querer dizer que Lula é o ventríloquo de Haddad) e disse que o adversário não escolherá os ministros caso seja eleito. "Quem vai escalar time de ministros será o Lula. Não adianta (ele) ter boas propostas se vai ter indicação política", continuou. "O mais importante é ter independência para escalar um time de ministros componentes."

     Questionado sobre essas falas do candidato do PSL, Haddad respondeu que "quem bate continência para americano não tem moral para falar nada", em referência a uma ocasião em que, diante dos eleitores, Bolsonaro bateu continência à bandeira dos Estados Unidos. 

  • Kátia Abreu sugere que Haddad renuncie e Ciro o substitua contra Bolsonaro

    Estadão Conteúdo – A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) defendeu, nesta quarta-feira (10) que o candidato do PT Fernando Haddad renuncie à campanha presidencial nas eleições 2018 “em nome da democracia”. O objetivo de sua proposta é que o petista, ao abrir mão da disputa, abra espaço para que Ciro Gomes (PDT) seja o adversário de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno. “Eu não estranharia e acharia muito digno se por acaso ele (Haddad) desistisse da candidatura vendo que pode entregar o País a um fascismo religioso”, armou, referindose a Bolsonaro “A lei é clara.

    Se ele renunciar à sua candidatura, Ciro Gomes é o candidato. E é o único capaz de vencer Bolsonaro”, justicou. LEIA TAMBÉM » Bolsonaro tem 58% dos votos válidos na Datafolha; Haddad, 42% » ‘Ele não, sem dúvida’, diz Ciro, contra Bolsonaro A proposta de Kátia Abreu se baseia no artigo 77 da Constituição Federal, que no inciso 4º diz que “se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação”.

    Kátia Abreu disse também que não fará campanha para Haddad, apesar da decisão do partido de optar pelo “apoio crítico”. “PDT só deu apoio crítico ao PT para não dar uma de Pôncio Pilatos, para não lavar as mãos diante da ameaça e fascismo que a outra candidatura representa. O PT que tinha uma causa lá atrás não existe mais, não vale a pena defender.” A senadora armou ainda irá votar em “branco” ou “nulo” em 28 de outubro.

  • Pesquisa: Bolsonaro tem 54% dos votos válidos; Haddad, 46%

     

    Na primeira pesquisa eleitoral do segundo turno, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 54% das intenções de votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 46%. O levantamento foi feito pela consultoria de pesquisa Ideia Big Data em parceria com VEJA. A pesquisa ouviu presencialmente 2.036 eleitores das cinco regiões do país entre a última segunda e esta quarta-feira.

    A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro no TSE é BR-09687/2018. Bolsonaro chegou ao segundo turno com a preferência de 46,03% do eleitorado (ou 49,2 milhões de votos). Haddad teve 29,28% dos votos válidos (31,3 milhões de votos).

    Ao considerar as respostas totais dos entrevistados, Bolsonaro tem 48% das intenções dos eleitores, enquanto Haddad, 41%. Votos brancos e nulos somam 7%, enquanto indecisos ou que não responderam atingiram 4%. “Esse segundo turno é pautado por duas candidaturas extremamente opostas. Será muito dicil conseguir votos dos adversários. Portanto, a busca será pelos poucos indecisos e a conversão do branco/nulo. O que torna mais difícil o caminho do candidato do PT”, avalia Mauricio Moura, sócio da Ideia Big Data.

  • Bolsonaro ficará fora do 1º debate do 2º turno após reavaliação médica

     

    O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, foi submetido a uma nova avaliação médica, na manhã desta quarta-feira (10), em sua casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Segundo o clínico cardiologista Leandro Echenique, a cirurgia completa hoje 34 dias e Bolsonaro está se recuperando, mas ainda não está liberado para fazer campanha.

     

    "Ele perdeu 15 quilos de massa muscular e ainda está fraco. Ele precisa de uma dieta de recuperação proteica.", disse o médico, ressaltando que na próxima quinta-feira (18) Bolsonaro deve ir ao hospital e provavelmente será liberado para campanha e debates.


    Está previsto para essa semana o debate entre os presidenciáveis Fernando Haddad (PT) e Bolsonaro na TV Band. A assessoria de imprensa do candidato do PSL confirmou que ele não participará do debate desta semana.

  • Para atrair eleitores, Lula pede a Haddad que não vá mais a Curitiba

    O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, deve parar de ir a Curitiba para visitar o ex-presidente Lula na Superintendência da Polícia Federal no segundo turno.

    A mudança de estratégia visa a diminuir a sua rejeição entre o eleitorado pouco simpático ao PT, sobretudo das regiões Sul e Sudeste, e atrair partidos de centro em uma aliança contra o deputado Jair Bolsonaro (PSL). Desde que foi anunciado como substituto de Lula, Haddad foi a Curitiba toda semana numa demonstração de lealdade ao ex-presidente, preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.

    Na segunda-feira 8, ele ouviu de Lula, da cadeia, que “não precisava mais ir a Curitiba e deveria focar em fazer campanha na rua”, segundo a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann.

  • Duque: Se tivesse tido mais tempo, com certeza ela (Marília) seria majoritária

    O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque do PT, analisou durante entrevista a Anderson Tennens, o desempenho dos candidatos que receberam seu apoio na cidade.

    Duque disse que apesar do agora ex deputado Augusto César não ter sido reeleito, "ele estava triste, mas ao mesmo tempo ciente de que seu grupo deu uma expressiva votação a ele. O que não contribuiu foi a parte de fora", frisou o Prefeito.

    Com relação à Marília Arraes, que foi a segunda Deputada Federal mais votada no estado, recebendo mais de 11.000 votos com o apoio de Luciano só em Serra, o gestor ressaltou que "se tivesse tido mais tempo, com certeza ela seria majoritária em Serra Talhada", afirmou Duque justificando que esteve a maior parte do tempo focado em administrar o munincípio.

    As ponderações do gestor petista da Capital do Xaxado batem com a realidade de que Dedinha Inácio, Jaime Inácio, Pinheiro do São Miguel e Rosimério de Cuca, vereadores que aderiram fortemente à campanha de Sebastião Oliveira, não conseguiram refletir e nem transferir seus votos para seu candidato, que ficou com uma base de 5.000 votos a menos em relação à votação que o mesmo obteve em 2014.

  • Assembleia Legislativa de PE tem renovação de quase 50%

    A onda de renovação provocada pela ressaca eleitoral que está varrendo a política brasileira atingiu em cheio a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Dos 46 parlamentares que concorreram à reeleição para um dos 49 assentos na Alepe, 18 não foram eleitos. Outros três deputados - André Ferreira (PSC), Bispo Osssesio Silva (PRB) e Sílvio Costa Filho (PRB) - também deixarão a Casa de José Mariano para, a partir de 1º de janeiro, ocupar vagas na Câmara dos Deputados, em Brasília. Além desses, outros três deputados não concorreram à reeleição: Pedro Serafim (PSDC), por motivos de saúde; Nilton Mota (PSB), que coordenou a vitoriosa campanha do governador Paulo Câmara; e Júlio Cavalcanti (PTB). Somadas, essas saídas representam um índice de renovação de 49%.

    Na nova legislatura, a Frente Popular (MDB, PSB, PSD) terá a maior bancada, com 15 deputados, dentre os quais a delegada Gleide Ângelo (PSB), que foi eleita com a maior votação deste pleito: mais de 412 mil votos. A segunda maior bancada, com 13 integrantes, é da coligação "Pernambuco em 1º Lugar" (PMN, PP, PR, SD), cujo campeão de votos foi o pastor Cleiton Collins (PP), que obteve 106.394. A coligação "Juntos por um Pernambuco Melhor" (DC, PMB, PSC), por sua vez, elegeu cinco representantes e é a terceira maior bancada da Alepe. Juntas, as três bancadas somam 28 parlamentares e podem constituir uma importante base de apoio parlamentar para o Palácio das Princesas, garantindo-lhe maioria nas votações.

    A maior bancada de oposição é a da coligação "Pernambuco Vai Mudar" (DEM, PODE, PSDB, PTB), que contará com sete representantes. As coligações "Avança Pernambuco" (PHS, PRTB, PSL, PV) e "O Pernambuco que Você Quer" (AVANTE, PDT, PROS) conquistaram, cada uma, 2 vagas na assembleia estadual. A coligação "A Esperança Não Tem Medo (PCB, PSOL), elegeu a chapa feminista Juntas, para um mandato coletivo formado por cinco mulheres. Não se coligaram PT, com três vagas, e PCdoB, com uma vaga, esta última, ocupada pelo ex-prefeito João Paulo. A bancada feminina, cresceu 50% e passou de 6 para 9 parlamentares.


  • Marconi Santana: A população mudou e só vai votar em quem trabalha

    O Prefeito de Flores, cidade localizada no sertão do Pajeú, em Pernambuco, agradeceu a toda à população pelos votos que conseguiu atrair para os candidatos que ele apoiou neste primeiro turno das eleições deste ano.

    Em tom comemorativo, no Facebook, Marconi externou o seu agradecimento: “Quero agradecer do fundo do meu coração ao povo de minha terra, pelo resultado que consagrou os nossos candidatos (Danilo Cabral, Joaquim Lira, Humberto Costa, Mendonça Filho, Paulo Câmara e Fernando Haddad), com a maioria dos votos; o que demonstra que estamos trilhando o caminho certo, que é o do trabalho e do diálogo constante com o povo de nossa terra”, publicou Santana.

    Vale destacar a força do gestor de Flores no quesito transferência de votos para seus candidatos. Marconi conseguiu expressiva maioria dos votos para seus apoiados deixando os candidatos apontados pela oposição no município para trás.

    De acordo com os números, vale ressaltar as votações de Danilo Cabral – 4.490 votos, Joaquim Lira – 4.100 votos, e André de Paula – 177 votos.

    Já os candidatos apoiados pela ala oposicionista de Flores ficaram com os seguintes números: Sebastião Oliveira – 1.829 votos, Rogério Leão – 1.430 votos e Augusto César – 974 votos. Esses nomes, na opinião de Santana foram derrotados “pela força do trabalho, do comprometimento e do diálogo constante com a população”.

    Ao avaliar o bom desempenho nas urnas, o socialista ainda fez questão de pontuar.

    “Tivemos essa votação por que os nossos candidatos tem um forte vínculo com a população e tem trabalho e serviço prestado...isso demonstra que a população mudou e que só vai votar em quem trabalha”, destacou Santana.